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Espaço Interativo


A INTERATIVIDADE NA ESFERA SOCIAL

 

O consumidor, hoje tem mais acesso às informações e maiores padrões de exigência, o que possibilita mais capacidade de reflexão. Entretanto, isto não quer dizer que as suas escolhas deixem de ser influenciadas pela lógica da distribuição fruto de uma ideologização massiva, porque ao mesmo tempo em que a indústria cultural se modifica, ela assimila a interatividade, domesticando-a, tornando-a mercadoria e cultura. Faz o consumidor sentir-se participante resultando em integração de todas as mensagens em um padrão cognitivo comum. A sociedade é potencializada não apenas pelo novo paradigma informacional, mas também por modificações em sua própria natureza, que estão vinculadas às questões pós-modernas. Na esfera social emerge a interatividade; o indivíduo vive das emoções e experimentações coletivas. Acredito que a vida cotidiana, neste momento de transição civilizatória, não tem outra finalidade senão reunir-se sem objetivo, sem projeto específico, junta-se a outros em torno de ideologias e finalidades no esquema tradicional dos partidos políticos, dos sindicatos e de apelos nacionais, formando “tribos”, onde não existe pensamento singular, se formam na intersubjetividade e na comunicação em que prevalecem os sentimentos, o imaginário e as paixões como “troca” que não é um valor moral e sim uma estrutura social que dificilmente por ser superada e não pode ser negada. E para nós educadores, como a educação pode intervir nesta realidade?

Reflexões de J.C.Paixão

Silva, Marco. Sala de aula interativa – Rio de Janeiro: Quartet, 2ª ed, 2001.



Escrito por 3º semestre de pedagogia 2004 às 06h23
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SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO, INTERATIVIDADE E DESAFIOS PARA EDUCAÇÃO

Com base no texto de Marco Silva, percebe que a emergência da interatividade é um fenômeno da “sociedade da informação” e manifesta-se nas esferas tecnológicas, mercadológica e social. A interatividade emerge com a instauração de uma nova configuração tecnológica (no sentido das tecnologias informáticas conversacionais, é de uma nova dimensão mercadológica, no sentido da busca de diálogo entre PRODUTOR/PRODUTO/CLIENTE). Mas isso ocorre  na busca de transformações que se dá na esfera social onde se pode observar não mais da passividade da recepção diante da emissão do produto acabado, mas uma crescente autonomia de busca onde cada indivíduo faz por si mesmo.

A interatividade não é apenas fruto de uma tecnologia informativa, mas um processo em curso de reconfiguração das comunicações humanas em toda a sua amplitude. 

A convivência com as novas tecnologias hipertextuais coloca o usuário em contato direto com a experiência da complexidade no âmbito da comunicação; a medida que faz uso dessas tecnologias, tende a torna-se menos passivo diante da separação da produção e consumo, da distribuição e comunicação.

 

SILVA, Marco Sala de aula interativa - Rio de Janeiro: Quartet, 2ª ed. 2001

Denise Pinheiro, Jamille Silva e Rosa Nery

Escrito por 3º semestre de pedagogia 2004 às 06h08
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Educar na contemporaneidade

Cartaz do Educar na Sociedade da Informação 

Educar é antes de tudo possibilitar descobertas...



Escrito por 3º semestre de pedagogia 2004 às 06h00
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Neotribalismo, Homo aestheticus, e Interatividade

A sociologia do cotidiano de Maffesoli apreende apenas o lado racional consciente e manifesto que se refere aos códigos sistemas de ação e formações discursivas o que ele chama de lado das sombras:Latente,vivências,afetividade,imaginário,simbolos, lúdico. O homo aestheticus que vive a vida cotidiana naõ tem a finalidade se naõ reunir-se sem objetivo,sem projeto específico. A comunicação é nutriente do Neotribalismo. Ela se sustenta na troca que fertiliza as agregações, interligando os indivídos em redes que se forma em torno de referências musicais, esportivas,religiosas,profissionais,sexuais, amizade, vizinhanças e vestuarios. Nessa tribos predomina esta comunicação que não é apenas verbal, mas sensual, corporal, visual,onde não existe duração individual, nem pensamento singular, se forma na intersubjetividade e na comunicaçaão, prevalece os sentimentos,o imaginário e as paixões como troca identificando-secom sua tribo seu território e simbólico ,ética e estética particular. O homo aestheticus vive a troca no estar-junto por isso é comunicacional,interage com o que está próximo e se mantém aquecidos em pequenas redes com as que se identifica. A troca não é um valor moral e sim uma estrutura social. Maffesoli diz que ocorre passagem de uma lógica de identidade marcado pelo eu fechado em si para identificação coletiva que se manifesta das finalidades que resulta no neotribalismo. O indivíduo se reconhece a partir das afinidades, do outro, mutiplicidades das práticas de hábitos, de rituais, sons, cores, odores, favorecendo sensualismo coletivo o jogo da aparência, a exibição dos corpos, de modo de ser. Emfim comunicação,interação interatividade saõ para a sociologia do cotidiano uma só coisa.Saõ o cimento,o laço das agregacões em torno da criatividade partilhada,do sentir comuns.Aqui aisthesis supõe ética supõe estetica.
Nelci Néia

Escrito por 3º semestre de pedagogia 2004 às 10h53
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MODIFICAR A COMUNICAÇÃO: DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO

A escola ainda se mantém fechada em si mesmo, no que tange à dimensão comunicacional. Ao invés de desenvolver a inter-relação entre comunicação e educação configurada numa sociedade progressiva e organizada, mantém-se na defensiva acatando o livro como se fosse a única forma de se conseguir comunicação. O livro faz parte da nossa primeira alfabetização, preparando-nos para buscar as bases da segunda alfabetização através das várias escrituras que inter-relacionam o mundo do audio-visual e da informática. Eis que surgem novos desafios fazendo com que o professor procure aperfeiçoar a comunicação em sala de aula; visto que a interatividade é o principal avanço de uma sociedade.

A escola não deve funcionar como uma instituição alheia ao movimento contemporâneo de técnicas e sim, procurar modificar os fundamentos de todo um sistema de ensino, repensando o sistema no qual a instituição escolar não se apresenta como espaço de educação, mas como lugar de distribuição do saber-produto a clientes consumidores.

Diante disso, a instituição escolar deve ser um lugar de formação, ou seja, uma rede interdisciplinar de conteúdos que se conectam em movimento, em multiplicidade.

Loma e Marie

SILVA, Marco. Sala de aula interativa - Rio de Janeiro: Quartet. 2ª ed, 2001.

 

 



Escrito por 3º semestre de pedagogia 2004 às 09h49
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Tecnologia e Sociedade

"Novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência dependem, na verdade da metamorfose incessante de dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação, aprendizagem são capturados por uma informática cada vez mais avançada. Não se pode mais conceber a pesquisa científica sem uma aparelhagem complexa que redistribui as antigas divisões entre experiência e teoria". Pierre Lévy (1993:7)



Escrito por 3º semestre de pedagogia 2004 às 09h03
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INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

 

 

Todo processo de mudança assusta e a utilização do computador como recurso para a aprendizagem levantou inúmeros questionamentos na sala de aula como:  a mecanização da criança e a substituição do professor pelo computador. O objetivo da informática na escola é ampliar a aprendizagem, a filosofia do conhecimento, o domínio das técnicas computacionais e a prática pedagógica. Em 1997, o governo federal criou o Programa Nacional de Informática na Educação ( PROINFO ) com diversos projetos integrados como: a TV Escola, o Proformação, o e-proinfo e a Rádio Escola que visam o aperfeiçoamento dos professores, multiplicadores, gestores e técnicos de suporte.

Com base na discussão da aula podemos perceber que a Informática na Educação abre as portas de um rico mundo de informações e comunicação otimizando as pesquisas e o desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos. Vimos também que muita coisa ainda precisa melhorar por exemplo: há escolas que não possuem laboratório de informática e outras que, apesar da existência dos equipamentos, o acesso ao laboratório é restrito e excessivamente burocratizado. Essas questões precisam ser resolvidas para que realmente ocorra de modo positivo o processo de informatização no âmbito educacional.

Denise Pinheiro, Jamille Silva e Rosa Nery

VALENTE, Jose Armando. O computador na sociedade do conhecimento – Informática na Educação no Brasil: Análise e Contextualização Histórica. Campinas, SP: UNICAMP/NIED, 1999.



Escrito por 3º semestre de pedagogia 2004 às 08h52
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